Posts de Yasmin

25 coisas para fazer antes dos 25

Em 21.01.2017   Arquivado em Ensimesmada

Em março (dia sete, mais precisamente) eu completo 25 anos. Pode parecer bobo, mas pra mim é uma dada especial. Sou desse tipo de pessoa louca que gosta do volume do rádio/televisão/que seja em números certos, terminados em 0 ou 5. Sou desse tipo de pessoa louca que acha que aniversários terminados em 0 ou 5 significam o início de um novo ciclo.

Aí que eu estava por aí visitando o blog das amigas e vi essa lista de 25 antes dos 25 que a Duds escreveu. Faltam menos de dois meses para o tal do meu aniversário, mas tentei ser pé no chão e colocar aqui coisas muito ‘fazíveis’, e que complementem de alguma forma as minhas resoluções para 2017 também (ao invés de pensar em itens como “emagrecer x quilos”, as minhas metas são muito mais pessoais, como ‘me sentir em casa’,  ‘se organizar para o próximo destino’, etc):

  1. Achar um novo emprego;
  2. Começar a estudar francês;
  3. Parar de tomar refrigerante;
  4. Correr, ou encontrar algum outro exercício físico e manter na rotina;
  5. Manter uma agenda organizada;
  6. Parar de stalkear gente que faz mal;
  7. Me alimentar de forma mais saudável;
  8. Aprender mais sobre tarot;
  9. Pendurar as polaroids na parede do quarto;
  10. Fazer uma limpa do armário me desapegar de roupas;
  11. Começar a escrever um livro;
  12. Organizar a caixa de emails;
  13. Manter a rotina de meditação;
  14. Voltar a me sentir bonita e ficar de bem do meu corpo;
  15. Tirar um dia para escrever e agendar posts;
  16. Praticar mais fotografia;
  17. Colocar as luzinhas para enfeitar o quarto;
  18. Cozinhar mais e mais, cada vez melhor;
  19. Manter minha cidade no Animal Crossing New Leaf (alô você, vamos trocar Friend Codes do 3Ds!);
  20. Encontrar algum passatempo (voltar a desenhar/fazer origami? começar algo novo? );
  21. Criar rotina de cuidar da pele/rosto;
  22. Tentar manter mais contato via Skype/mensagem/que seja com as pessoas;
  23. Começar a organizar o caderno da viagem da Nova Zelândia;
  24. Planejar uma viagem pela Nova Zelândia pro final do ano;
  25. Escrever (e enviar!!!) cartas para pessoas queridas.

Não tem nada muito mirabolante, mas a ideia é justamente essa, para que tudo seja perfeitamente aplicável. A prioridade é achar logo um novo emprego, óbvio, mas está tudo sob controle e estamos trabalhando para isso. Outras coisas também já estão em processo desde o ano-novo, como parar de tomar refrigerante (não senti falta até agora e achei ótimo), e comecei a sério o francês essa semana.

Não vejo a hora de voltar aqui e riscar tudo! :) Se tem uma coisa na vida que gosto é riscar itens de listas de tarefas, dá uma sensação de eficiência muito boa.

A louca das agendas ataca novamente

Em 15.08.2016   Arquivado em Cheia de Opinião

Alguns anos atrás, Anna Vitória fez um post sobre a teoria – baseada num filme das gêmeas Olsen – de que toda mulher de sucesso tem uma agenda lotada de anotações (aliás, um minuto de silêncio pelo fim do blog dela, que era uma belezinha). Sempre acreditei nesse mito antes mesmo de ler a tal teoria e, quando li o post, me peguei lendo e acenando com a cabeça a cada parágrafo. Não poderia me identificar mais.

Desde que estou no ensino fundamental, sigo comprando agendas todos os anos e prometendo a mim mesma que dessa vez vai ser diferente, vou ser uma pessoa organizada. Típica promessa de ano-novo que, nem fevereiro chega, a gente já encostou. Veja bem, eu sou pragmática. Mas organizada, ah não, isso aí já é demais.

Minhas agendas vivem um ciclo de vida mais ou menos assim: 1) o começo promissor, cheias de anotações, colagens e canetas coloridas; 2) o abandono, vazio completo; 3) eventuais anotações e tentativas de retomadas desleixadas; 4) mais páginas em branco e a aceitação do fracasso; 5) arrependimento eterno de não ter adotado a agenda como parte da minha existência.

O que, obviamente, não me impede de comprar uma nova assim que possível. Geralmente lá pro meio do ano fico matutando sobre a agenda do ano seguinte (claramente já aceitei o fracasso da agenda atual e fico me enganando, dizendo que com a próxima vai dar certo), entrando em sites e morrendo de amores.

Esse ano, decidi fazer diferente e adotei o sistema do bullet journal (link para o post) e, até agora, tem funcionado bem. Acho que a não-obrigatoriedade de manter o caderno atualizado todos os dias (me sinto mal com os espaços em branco mesmo quando não tenho nada pra preencher) ajuda muito. Não sinto remorso em gastar páginas mas, ainda sim, é trabalhoso. Principalmente quando você quer deixar tudo gracinha como as inspirações do Pinterest ao invés de apenas anotar as tarefas do dia.

Às vezes só queria uma página ali, prontinha pra mim, com a data do dia. A possibilidade de estar em abril, abrir a agenda em outubro e anotar um compromisso que vai acontecer. Uma capa coloridinha pra me animar, sei lá. Sou do tipo de pessoa besta que fica feliz com capas de cadernos.

E, assim, mais uma vez, me rendi à busca da agenda para 2017. Pelo menos já passou metade do ano, tá permitido pensar nessas coisas, né? (resposta: não, Yasmin. Ninguém nem tá pensando em 2017 ainda, se aquieta).

Agendas2017_v1

  1. Frankie Diary, $26.95
  2. Kate Spade, $36.00
  3. Ban.do, $20
  4. Paper Source, $26.95
  5. Moleskine Peanuts, $ nem sei
  6. Kikki.K, $44.90 (NZ)

Escolhi só seis modelos que é pra não passar muita vontade, mas tô aqui sem saber qual eu quero.

Minhas favoritas são a da Frankie – tive em 2012 e ela tem capa de tecido, muito amor –, a de gatinhos da Kikki.K – minhas cores favoritas e gatos, como não amar? – e a da Ban.do – tudo se torna ainda mais irresistível quando você clica no link e vê como ela é gracinha por dentro. Às vezes dá vontade até de ter três vidas, pra ter três agendas mas misericórdia, não dou conta nem de uma.

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A franja e o dilema

Em 13.08.2016   Arquivado em Ensimesmada

Minha vida gira em torno de dois ciclos bem distintos, com um grande dilema entre eles: o que eu tento (em vão) deixar a franja crescer para me livrar da dita cuja, ou aquele em que corto a maldita e tento (em vão) deixá-la controlada. Já perdi a conta de quantos cortes foram, a maioria na pia do banheiro com uma tesoura cega.

Cortei a franja pela primeira vez em 2009, pouco antes de completar 17 anos e foi uma espécie de marco na minha autoestima. O sonho de uma vida inteira de cabelo ondulado, enfim!, realizado. Desde então, muitos cortes de cabelo passaram pela minha cabeça – e até algumas cores. Só o apego pela franja que ficou.

Todo mundo sabe que mudar o cabelo é a forma mais rápida & prática de mudar de vida, curar uma crise existencial ou piorá-la de uma vez. Quando a cabeça sofre, o cabelo é a primeira vítima: existe uma urgência de mudar, fazer algumacoisanãoseioquê para desviar o foco das caraminholas que crescem dentro da gente e apertam o coração.

Pois bem, por isso a franja. Para mim, é sempre uma decisão meio segura, afinal, estamos nessa há sete anos. A cara de criança e as bochechas ainda mais proeminentes sempre voltam, mas também aquela sensação de que ‘é assim que a Yasmin é, ufa’.

Já que (ainda) não posso pintar o cabelo inteiro de azul/roxo/qualquer outra cor não tão convencional, fico aqui, matutando que outra coisa poderia aprontar. Ou seja, voltamos no dilema inicial. Esse chumaço de cabelos na testa chegou a um estado lastimável. Comprida para usar em seu formato original, cobre completamente os olhos e coça minha cara; mas ainda sim curta demais para prender decentemente com grampos.

Corto de novo ou deixo crescer, eis a questão. Sei que cabelo sempre cresce, mas não seria eu se não fosse o dilema da franja.

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